Sábado, 23 de Junho de 2007

Cronologia da História de Rio Maior

Uma Cronologia da História de Rio Maior:


  • 1177 – Documento mais antigo do concelho « Doacom de falinas e Rio mayor» ;
  • (----) – Rio Maior pertence ao Termo da Vila de Santarém;
  • 1449 – D. Pedro, duque de Coimbra, a caminho de Alfarrobeira;
  • 1619 – Fundação de Albergaria Régia;
  • 1633 – O lugar de Rio Maior passa a pertencer ao Concelho da Vila de Azambujeira;
  • 1759 – Fundação da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior;
  • 1761 – Criação da Feira Anual (actual Feira da Cebola);
  • 1763 – A albergaria é entregue aos frades franciscanos arrábidos;
  • 1789 – Estrada Real de D. Maria I (Lisboa – Rio Maior – Alcobaça – Coimbra);
  • 1803 – Criação do título de Conde de Rio Maior (João V.S.O. Juzarte Figueira e Sousa);
  • 1810 – Junot ferido aquando da 3ª Invasão Francesa;
  • 1834 – D. Miguel (rei absolutista) pernoita nas vésperas da batalha de Almoster;
  • 1836 – Criação do Concelho de Rio Maior;
  • 1837 – A Câmara Municipal é instalada no edifício da albergaria;
  • 1869 – Fundação do Grémio de Instrução e Recreio Riomaiorense;
  • 1870 – Reconstrução do Hospital da Misericórdia;
  • 1878 – Fundação da Escola Primária da Vila;
  • 1880 – Inauguração do Teatro Riomaiorense;
  • 1886 – Fundação da Escola Municipal Secundária;
  • 1890 – Primeira tentativa de exploração de carvão de pedra, feita na Caniceira, pelo Sr. Charters Crespo.
  • 1892 – Fundação da Associação dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior;
  • 1893 – Fundação de «O Riomaiorense», primeiro jornal de Rio Maior;
  • 1909 – Novas pesquisas, de curta duração, na Caniceira e Quinta da Várzea, realizadas por António Custódio dos Santos, em sociedade com seus cunhados.
    ? – António Custódio dos Santos registou a mina de carvão do Espadanal, associado com a firma Leite Sobrinhos e Cª e abriu um poço de pesquisas.
  • 1914-18 – O Estado viu-se obrigado a recorrer a carvões nacionais, por falta de combustíveis. Iniciam-se as pesquisas e a extracção de carvão no sítio da Silvana, próximo da Caniceira, pela Empresa Carbonífera de Rio Maior, com sede em S. Pedro da Cova, contudo, a exploração não se chegou a efectivar, realizando-se apenas o registo da concessão.
  • 1918 (final) – António Custódio dos Santos e a firma Leite Sobrinhos & Cª, proprietários da Mina do Espadanal, associam-se com a Empresa Industrial Carbonífera Electrotécnica, Limitada.
  • 1924 – Criação da Escola Comercial Municipal;
  • 1928 – Electrificação da Vila de Rio Maior;
  • 1935 – Inauguração do Matadouro Municipal;
  • 1942 – No Decreto-Lei nº 32270 as Minas de Rio Maior são incluídas dentro da reserva de combustível nacional, iniciando-se um período mais intenso de actividade. Este Decreto previa a construção do caminho-de-ferro e a montagem de uma instalação de secagem. Em 1949, surge uma instalação provisória do que seria a futura fábrica de briquetes.
  • 1943-47 – No contexto da II guerra mundial o Estado teve, novamente a necessidade de recorrer a recursos minerais nacionais de uma forma mais acentuada, correspondendo este período ao de maior actividade da mina do Espadanal.
  • 1945 – Inauguração da linha férrea Rio Maior-Vale de Santarém (transporte de carvão);
  • 1946 – Início da exploração de areeiros;
  • Anos 50 – Dentro da política de fomento económico, desenvolvida pelas concepções económicas do Estado Novo, os carvões de Rio Maior são enquadrados numa lógica de máximo aproveitamento das potencialidades existentes. Dentro deste princípio o Fundo de Fomento Nacional financia a fábrica de briquetes com 30.000 contos.
  • 1955 – Inaugura-se a fábrica de briquetes (1) (lignite de grão fino) e 130 toneladas de lignite seca (lignite de grão grosso).
  • 1957 – Fundação da empresa «Carnes Nobre»;
  • 1960 – Fixa-se o prazo de um ano, através de escritura, para a liquidação da Empresa carbonífera de Rio Maior, Lda., tendo sido nomeada liquidatária a sócia Companhia das Minas de Carvão de S. Pedro da Cova SARL. Era a dissolução e o fim da primeira grande sociedade exploradora das minas de Rio Maior, que há muito havia desistido da sua exploração.
  • 1964 – O geólogo Georges Zbyszewski publica trabalho sobre as jazidas de gesso em Portugal, revelando a existência de minérios associados nas minas do Espadanal e em algumas zonas limítrofes.
  • 1968 – Por despacho ministerial é decretada a suspensão da lavra no couto mineiro da Quinta da Várzea.
  • 1969 – Cessa a extracção e o fabrico de briquetes.
  • 1970 – Após o encerramento da mina do Espadanal, é confirmada a suspensão da lavra dos três coutos mineiros da concessionária EICEL (EICE, SARL). No mesmo ano, por portaria de 27 de Julho, é autorizada a transmissão (2) de várias minas da Empresa Industrial Carbonífera Electrotécnica, SARL (EICE, SARL) para a Companhia Portuguesa de Electricidade, CPE, SARL.
  • 1971 – Encerram as instalações. Todo o material é desmontado e recuperado – equipamento e maquinaria da mina, bem como no resto das instalações do couto mineiro.
  • 1972 – É liquidada (por escritura de 20.10.1972) a Empresa Industrial Carbonífera Electrotécnica, SARL, cujos bens, na sua quase totalidade, passaram para o Estado.
  • 1972 – Fundação da União Desportiva de Rio Maior;
  • 1978 – «Renascimento» do Coral e Orquestra Típica de Rio Maior;
  • 1984 – Creação das freguesias de São Sebastião, São João da Ribeira e Malaqueijo.
  • 1985 – Rio Maior é elevada a Cidade;
  • 1992 – Inaugurado o novo edifício dos Paços do Concelho.

sinto-me:
publicado por JorgeColaco às 17:42
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